Pelos negros labirintos do conhecimento

Sem dúvida são o grande encanto da cidade. A frieza monumental da cidade é rapidamente esquecida nestas pequenas ruas e ruelas, nas pracetas e pequenas esplanadas, confeitarias e cafés bem como outros comércios que por aqui se encontram.

  • Pelas sossegadas ruelas da cidade antiga, conhecemos o verdadeiro espírito da cidade, que nas procuradas alamendas monumentais da cidade é perfeitamente inacessível.
  • Pois... E para não variar voltei a perder-me no labirinto da cidade antiga. Acho que já voltei à direita nesta encruzilhada.
  • Numa recôndita e minúscula praceta entre as labírinticas ruelas da cidade antiga, encontramos imortalizado S. Jorge a desferir o coup de grâce num já enfraquecido dragão.
  • Algumas das antigas ruas são perfeitamente consumidas por uma escuridão medieval que contrasta com a monumentalidade da cidade que vemos por fora.
  • E eis que depois de percorrido o labirinto das ruelas da cidade antiga, antigimos a luz do conhecimento numa praceta surpreendentemente pequena e pacata. Falo é claro da Academia Sueca onde são atribuídos os Prémios Nobel.