Um arquipélago, uma cidade
Cosmopolita, decadente, aristocrática e bela, as ilhas que compõem a cidade de Stockholm assumem-se como a Paris do Báltico sendo apenas denunciada por uma estranha e invisível atmosfera cuja frieza se sente em cada edifício, nas pessoas e no clima mas sobretudo nos vastíssimos e intermináveis canais e lagos que dividem a cidade.
